Apesar de ser vago, acaba sendo um alívio. Como se o que tem que vir, vai vir e o que eu quero fazer, eu farei sem promessas.
Tive um dos anos mais inesperados da minha vida e justamente por isso, um dos mais felizes.
Tudo que me propus a fazer, não fiz. Todos os planos só ficaram no papel. E por que isso tem que ser ruim?! No fim, não.
Mesmo com dedos apontados em minha direção, como se tudo tivesse sido vago, aqui dentro eu sinto tudo pleno por ter me permitido tanto.
Permitir me conhecer, conhecer outros fora dos meus contextos desconexos interiores, aceitar e me abrir sem receio, acreditar e desacreditar em um passe de mágica, mudar de opinião o quanto quisesse e me divertir onde achei não haver nada além de mediocridade .
Mas algumas coisas nunca mudam, algumas pessoas nunca se vão e felizmente todas as relações se modificam o tempo todo.
Agora eu só quero mais, tudo o que vier.
Porque eu me permito ser feliz, cada vez mais.
e a lágrima corre feliz, bem feliz.
e o clichê dos clichês é o sentido todo: nunca diga nunca!
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